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   DIA 27 DE AGOSTO DE 2016  José Carlos Mesquita Póvoa  OFICIALIZOU COMO EMPREENDEDOR HINODE, COMPARTILHEI COM  Elizete Villa Nova  E  A...

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

  DIA 27 DE AGOSTO DE 2016 José Carlos Mesquita Póvoa OFICIALIZOU COMO EMPREENDEDOR HINODE, COMPARTILHEI COM Elizete Villa Nova E Andre Santos QUE É TRIPLO DIAMANTE,  A QUESTÃO DA EMPREGABILIDADE E QUE INFELIZMENTE O SISTEMA TRADICIONAL AINDA NÃO ATENDE COM SATISFAÇÃO DE ADULTOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL.

ESTAREI MONITORANDO E TREINANDO ELE AFINAL PEDAGOGIA ME PERMITE.
AMIGOS DO José Carlos Mesquita Póvoa CASO QUEIRAM PERFUME IMPORTADO SÓ FALAR.


                                                         www.hinodeonline.net/306696

sábado, 20 de agosto de 2016

PARECE UM SONHO SIMPLES

Em pesquisas recentes, milhares de mulheres em todo mundo se tornaram mães de filhos especiais, e em muitos casos, com certeza, elas não tiveram consciência do que iriam passar certamente.
Algumas não tiveram perspectivas de vida, até por serem abandonadas pelos seus companheiros, e serem taxadas mães de uma criança problemática.
Mas algumas conseguiram, em meio às dificuldades, sobressair e dar a voltar por cima.
É verdade, posso falar com toda certeza de meu coração, pois saiba que isso aconteceu comigo. Sou mãe de uma criança síndrome de Down e como mãe tenho aprendido a cada dia, a lutar, reclamar, pelos seus direitos;
Cada dia é muito importante, pois através do esforço vale muito, quando ele consegue forma uma frase.
Aos oito anos, ele se expressa, algumas pessoas não entendem, perguntam se ele fala inglês; eu falo que não, e decifro o que eles não entenderam. Ele adora cantar, gosta de estar no centro das atenções.
Enquanto mães se orgulham em ver seus filhos indo para os períodos do ensino fundamental, eu me contento em estar em uma sala de crianças com necessidades especiais, na qual eu vejo cobrir a letra do seu nome.
Enquanto mães criam seus filhos normalmente, sabendo que em poucos anos eles terão certas independências, contento-me em daqui a uns vinte anos, quem sabe, eu deixo ir à padaria.
Não estou reclamando, nem lamentando, estou tentando expressar meus sentimentos.
Com isso, o que ganho da sociedade que mal informada diz palavras: ”tadinha”, “coitada”, “é um fardo”, “uma cruz que você carrega”,quando não o chamam de doente, e eu com pouca educação, respondo: ele não é doente, é deficiente.
Pois essa historia é verídica, de uma mãe que chora, mas que é muito feliz.que não desanima com as dificuldades, que no futuro acredita no milagre.
O meu sonho é ver meu filho saindo de casa e me dizendo: Mamãe já vou ao trabalho, e eu respondendo:- Vai com Deus, meu filho especial.
Parece um sonho simples.
Autora: Marcia Povoa mãe do José